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I. INTRODUÇÃO

Enquanto plataforma de organizações de juventude e estudantes, espaço privilegiado para o exercício democrático dos jovens, o CNJ não podia deixar de assumir o associativismo e a participação juvenil como uma das principais áreas de trabalho.

O exercício democrático impõe aos actores sociais maior intervenção em tudo que lhes toca, importa pois, que os "interessados" proponham para que o Estado possa efectivar um dos imperativos constitucionais para maior realização do desígnio nacional, tendo uma juventude que possa contribuir para a consolidação do Estado de Direito Democrático, garantindo assim o futuro do país, com uma juventude "intransigente" mas transigente na defesa dos valores joviais.

A participação dos jovens na definição das políticas que lhe dizem directamente respeito e os apoios (financeiros e outros) ás associações juvenis são, pois, matérias essenciais sobre as quais o CNJ pretende promover a reflexão, quer a nível interno, quer nas.estruturas onde as decisões têm lugar, nomeadamente, o Ministério da Juventude e Desportos, e propor ao Governo á criação de condições para o surgimento de um Instituto Angolano para a Juventude, tutelada pelo Ministério supra referido.

O Conselho Naciona de Juventude deverá continuar a promover no seu seio o dialogo entre as varias organizações sempre num espírito democrático e de respeito pelas diferenças quer sejam políticas, religiosas, culturais ou sócio económicas.

O CNJ deve transformar-se num dos parceiros estratégicos do Governo de Angola, no que concerne as grandes decisões ligadas a juventude.

ll. O CONSELHO NACIONAL DE JUVENTUDE

O Conselho Nacional de Juventude, criado no início dos anos 90, é a plataforma das Organizações Nacionais de Juventude e de Conselhos Provinciais de Juventude. Integrando actualmente 35 organizações dos mais diversos âmbitos:
estudantis, partidárias, ecológicas, religiosas. Sócio- profissionais, de . " '0 culturais e de 18 Conselhos Provinciais de Juventude O Conselho Nacional de Juventude tem por objectivo promover a participação activa dos jovens na sociedade, através das Organizações Membros.
O CNJ pretende melhorar as condições de vida dos jovens, enquanto cidadãos angolanos e participar na luta para conquista da nossa identidade e afirmação social, para uma Angola com uma juventude alerta e prudente na defesa da sua unidade em torno dos principais objectivos do País.
O CNJ trabalha para os "interesses" da juventude angolana, e enquanto plataforma, é representante dos seus membros junto das instituições e parceiros na área da juventude.

O CNJ procura reforçar a unidade do desenvolvimento juvenil angolano, evitando a todo custo a sua transformação no palco de disputas partidárias que visam tão somente obstaculizar os esforços desenvolvidos pelas inúmeras organizações juvenis no crescimento e consolidação do projecto CNJ.

Deste modo, o Conselho Nacional de Juventude terá a função primária de constituir um, espaço de diálogo entre os seus associado, contribuindo para o desenvolvimento do associativismo juvenil angolano, incentivando o espírito de concertação dos ideais da juventude, assumindo-se como interlocutor perante os poderes instituídos, e apoiar as organizações aderentes a concretizarem os seus objectivos ligados ao desenvolvimento da juventude.

Para materialização dos objectivos do Conselho Nacional de Juventude para o período de 2003/2006, identificou-se as seguintes áreas de acção que merecerão uma especial atenção durante a sua presidência nomeadamente, administração e finanças, educação e ensino, associativismo e participação juvenil, emprego, habitação, saúde, género, ambiente e relações internacionais.
 


 
 


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